A MULA NO CAMINHO DE BALAÃO


“Eles abandonaram o caminho reto e se desviaram, seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o salário da injustiça, mas em sua transgressão foi repreendido por uma jumenta, um animal mudo, que falou com voz humana e refreou a insensatez do profeta.”       2Pe 2:15-16


Balaão é um personagem da Bíblia que o Apóstolo Pedro cita para representar aos maldizentes e desprovidos de temor. Carregado de equívocos, Balaão não percebe que, em breve, a sua rota de vida seria estreitada.  

Tem uma MULA  em seu caminho.  

Ele decide entregar a sua boca para maldizer e escarnecer ao próprio povo de Deus.  Ele não sabia onde estava se metendo.  E olha que este povo – Israel - que ele intencionou maldizer, já estavam aprontando com Deus em uma série de erros e pecados. Tolo, Balaão entra numa rota de colisão. Ele desprezou o conhecimento de que este povo tinha dono.

Seu maior problema não eram os filhos de Deus, mas quem era o PAI deles – EL SHADAY  - contra quem de fato ele estava levantando-se.

Não tem como, gente, Deus vai dando corda como fez com este homem: “VAI!  ISSO! DETONA!” mas sempre chega o dia do ajuste se não houver arrependimento. E aí, o caminho, a vida, tudo começa a estreitar. A espada em punho vai dar o tom da conversa (Nm.22:23).  A face nada amigável do anjo vai se revelar.  

A maior questão não são as pessoas de quem ou contra quem se fala, se  maldiz ou se escarnece, mas o lugar de autoridade que elas ocupam e contra o qual (lugar) se levanta, se insurge na fala maldizente. Toda autoridade (não estou falando de mera posição ou hierarquia), mas de um lugar que é espiritual, foi estabelecida por Deus. Pedro diz em sua 2ª carta 2:11 que nem os anjos caídos produzem difamação contra os anjos de Deus. Até as trevas entendem sobre o lugar da autoridade espiritual e se respeitam. 
Mas o povo de Deus....

Se o vozerio da “esculhambação” prosseguir, vai ter MULA e anjo falando no pé do ouvido, porque a boca do homem continua insistindo em desafiar e quebrar princípios da autoridade delegada. 

Quando MULA começar a falar é porque a coisa está ficando estreita, a indignação dos céus começa a reagir.

 Não quer ouvir MULA?  Mude a sua rota enquanto há tempo! Ou então, prepare-se pra ver anjo!

PERSEVERANÇA: A DIGITAL DA FÉ.


PERSEVERANÇA é uma identidade. É a digital da FÉ. É uma convicção que não sofre variação. Traduz permanência; um caráter que não oscila. PERSEVERAR é mais do que um discurso, porque discursos mudam para justificar a inconstância. 

Por que será que há tantas sementes ministeriais abortivas? Porque não PERSEVERAM. São inquietas, insatisfeitas, migratórias, não plantadas, sem raízes.

PERSEVERANÇA e FÉ são indissociáveis. 

Discursos de FÉ eloquentes mas ocos de PERSEVERANÇA, são como chocalhos nas mãos de crianças: apenas se distraem e logo buscam outra distração. 

PERSEVERANÇA é princípio sólido, ainda que em detrimento de prejuízo próprio. PERSEVERAR custa caro. Se não se paga o preço da PERSEVERANÇA, a FÉ torna-se moeda barata. 

Quantos atalhos são tomados porque não há PERSEVERANÇA. Os anos vão passando: 1, 2... 5, 10 anos e se descobre que não há um caminho trilhado, só atalhos. Voltas e revoltas. Uma vida cheia de recortes, um quebra-cabeça de peças faltantes que nunca se completa: quase imagem, quase semelhança. 

FÉ une e a PERSEVERANÇA autentica a FÉ. 

Pensando o Fazer Discipulado – Tocha Acesa.

Certa vez ouvi uma frase de um homem experimentado naquilo que ensinava:  “Na CÉLULA vivemos o tempo do que se chama “namoro”, mas quando entramos na dimensão do DISCIPULADO, é aí que se manifestam  as verdades do “casamento” onde as realidades, confrontações e aperfeiçoamentos se mostram exigentes.”

Entendo que O FAZER DISCIPULADO não deveria ser um ambiente de “amiguinhos”, mas sim um lugar onde os “brinquedinhos da imaturidade” devem ser esquecidos e de que agora temos diante de nós as vidas que foram confiadas para serem modeladas no CARÁTER DE CRISTO. Enfim, é deixar de ser menino – Discípulo e Discipulador– I Co.13:11.

Na ação deste “FAZER DISCIPULADO” as faces se revelam. É como se o Discipulador acendesse uma tocha e a colocasse entre ele e o seu Discípulo na intenção de mostrar a este a verdade. Neste fazer, muitas vezes o Discipulador não entende que a sua face também é revelada diante do Discípulo. A chama da verdade ilumina a ambos e revela as sombras que precisam de mais luz, mais fogo. É ali, neste FAZER DISCIPULADO, que são mostradas no Discípulo e no Discipulador, suas virtudes e defeitos, potenciais e fraquezas, tese e antítese, fatos é fábulas e tanto mais. Enfim, a chama não tem compromisso com um lado apenas. Ela ilumina incondicionalmente, quase irresponsavelmente, pois não tem responsabilidade com apenas um lado. Seu compromisso é iluminar não importa o que ou quem, e por isso mostra até o que não se quer mostrar.

Quando Jesus nos enviou para FAZER DISCÍPULOS creio que Ele estava PROVOCANDO UM ENCONTRO. Um encontro de DUAS PESSOAS para transformação e não de apenas de uma, no caso o alvo, o Discípulo. Imagino que pensar diferente disso, é pensar torto. Uma balança precisa de dois pratos: aferidor e aferido e que alternam, muitas vezes, quem está sendo aferido. Tem que haver um olhar para os dois lados: peso e pesado. Isso porque, mesmo JESUS – nossa maior referência de Discipulador – foi exposto a um processo de aperfeiçoamento e aprendizado no lidar com o humano,  nas debilidades e limitações mesmo sendo ele Filho maduro – Hb.5:8,9.
Por vezes podemos até nos surpreender com atitudes de quem imaginamos já ter alcançado uma medida maior – O Discipulador. Como exemplo, tomemos João Batista. Ele foi um homem que marcou um tempo incrível na transição da profecia bíblica: da virtualidade para a realidade quando finalmente revela O Cordeiro de Deus. Quantos não gostariam de estarem presentes naquele então abandonado deserto da Judéia e contemplar “o maior furo de reportagem guardado a sete chaves dos últimos 4000 anos”?

João Batista era um Profeta e também Discipulador. Como tal, ele tinha junto de si homens para serem forjados  no caráter da revelação que ele anunciava: Jesus. Existe um episódio intrigante e que revela uma face de sombra e de desconfiança no Discipulador João Batista. Ele envolve, desastradamente, seu Discípulo numa sombra, numa demanda que era dele e não do Discípulo – Leia Lc.7:19-23. Que tipo de influência João Batista estava gerando em seu discípulo neste episódio? Aproximou-o mais da revelação de Jesus? Incentivou-o a seguir a Jesus, crer em Deus, descansar na revelação do Espírito Santo e no fenômeno da voz dos céu e da pomba que pousou sobre Jesus? Responda voce mesmo! Neste episódio, o coração do Discipulador se revela. Jesus, a luz que ilumina, acende a tocha da verdade diante do Discípulo enviado e do Discipulador enviador.  Isto me ensina que Discípulos não podem ser agentes continuadores das nossas inconsistências e dúvidas. Por que João Batista, ele mesmo, não foi até Jesus diretamente? Estava preso? Talvez! Onde se originou a dúvida de João Batista? Na prisão somente? Não sei!  É fato que o Evangelho de Mateus diz que João estava na prisão quando mandou perguntar, mas Lucas não reafirma esta citação em seu texto.

Concluindo, O FAZER DISCIPULADO não é um lugar de amenidades e grupelhos, mas de formação e adequação. Discípulos são para Jesus. É Fácil? Não! Impossível? Jamais! Uma coisa entretanto, é certa: quanto mais luz no FAZER DISCIPULADO, menos sombras; quanto menos sombras, menos virtualidade e mais realidade. Diante da Luz o véu é desnecessário, sem sentido; é peça teatral. Diante da Luz só vale rosto descoberto, senão a tocha vai embora da presença do Discipulador e do Discípulo pois já não tem sentido estar.
That's All!



A Herança é para os Filhos da Aliança

Uma síntese da história do Filho Pródigo: 
PAIS genuínos nunca irão reter a HERANÇA dos filhos, 
mesmo que estes amem mais a HERANÇA 
do que a própria CASA DA HERANÇA 
(A Igreja, O propósito, A visão) e,
até mesmo o PAI que os gerou. 
Ainda assim, FILHOS nunca deixarão a casa do PAI 
com mãos vazias. 
O FILHO não quis a TERRA, pois isto significava trabalho, suor. 
Ele desejou apenas o mais fácil: 
o resultado do trabalho do PAI - o dinheiro. 
HERANÇA que é tomada fora do tempo da HONRA, 
o próprio tempo da DESONRA a consumirá. 
Medite nisso!

Reflexões para a vida







Dunas e Montes 

Moisés matou o egípcio e o enterrou na areia do deserto. Deserto tem ventos fortes que sopram a areia e revela os cadáveres da mentira, do sorriso falso, da desonra, da infidelidade. Por um tempo o falso permanece no lugar do que é verdade, mas por pouco tempo, e aí, só resta a fuga de não querer encarar os ossos apodrecidos da falsa aparência. Vento move areia - o falso, mas não move a rocha - a verdade. Palavras podem ser areia ou Rocha. Areia vive mudando de lugar, de convicção, de fé. Rocha permanece. Dunas não são referencia, pois mudam de lugar, mas Montes permanecem.

A Gota que Faltava!




A gota que faltava! Creio que você já ouviu ou falou essa frase alguma vez, não é verdade? É muito interessante o que ela deseja demonstrar como figura. Na maioria das vezes ela está relacionada a algum fato ou atitude que surge e provoca algo que é mais intenso do que a atitude inicial - a simples gota de água que caiu.

Penso no quanto os filhos de Deus tem experimentado sofrimentos desnecessários se tivessem tomado alguma atitude diferente daquelas que tomaram e por conta disso, impuseram sofrimentos à sua vida.

Muitos acontecimentos são precedidos de sinalizações que demonstram que algo está por acontecer. Atitudes impulsivas geradas por ressentimentos, vingança, “dar o troco”, trazem os momentos da “gota d’água”.

Na gota d’água o que se perde é sempre maior do que o que foi adicionado ao copo.

Temos um exemplo na Bíblia, dentre tantos, de uma pessoa que não soube medir a sua atitude impulsiva. Foi uma gota d’água que o levou a morte. Seu nome é Judas Iscariotes. Judas era um judeu nacionalista que desejava a libertação de Israel do domínio romano. Era do partido dos Zelotes (um tipo de resistência armada ao imperialismo romano – como a resistência francesa durante a ocupação nazista) O nome “Iscariotes” é mais pelo tipo de adaga ou punhal que ele e os seguidores chamados "sicários" (sica - era o nome do punhal ou adaga) usavam. Era uma arma muito comum entre os soldados romanos e que poderia ser levada escondida facilmente nas roupas. Não nos surpreende que Pedro também usasse espada, mas ele não era um zelote. Que dupla, heim!

Muitas vezes fazemos destaque a Judas por sua atitude de traição e roubo do dinheiro que lhe foi confiado e que pertencia ao ministério de Jesus. Isso é fato, mas Judas era um homem que convivia muito próximo da violencia armada e era um homem de aliança duvidosa. Creio que Judas roubava para seu uso próprio ou, ainda, quem sabe, para aplicar na resistência armada contra os romanos, tal a sua ideologia libertária.

A questão não era a filiação de Judas a um partido violento, como se deduz, mas sim o quanto uma atitude impulsiva sua lhe custou a vida. Foi a gota d’água para a morte. Será que ele percebia a tragicidade que se aproximava? Creio que não! Na maioria das vezes não se tem a noção do estrago total que uma atitude errada pode causar.

Em Mateus 26, versos 9 e 10, Jesus repreende aqueles que censuravam a mulher que o havia ungido. Dentre os censurados estava Judas. Foi a gota d’água! Ele agora tinha certeza que Jesus não iria satisfazer suas expectativas nacionalistas. O escritor Lucas afirma que Judas ficou possesso de satanás e dai em diante o copo tansbordou. De discípulo idealista a traidor endemoninhado. Que rota! A gota d’água para sua destruição final havia sido derramada.

Amado, sonde o seu coração e veja se ele não está se enchendo de insatisfação, rejeição, dúvida e outras coisas mais. Cuidado! Pode ser que mais uma gota, mais uma pequena atitude ou sentimento errado seja a gota d’água que poderá encher e fazer transbordar perdas irreparáveis na sua vida. Lembre-se, as suas perdas serão sempre maiores que as atitudes erradas que as geraram.

Rio, há esperança para você!


Esta é a mensagem da voz daquele que é o único Deus de toda Terra. Ele é o único Senhor e diante dele todos os homens e mulheres desta cidade hão de prestar contas dos seus atos.

Saiba, Rio de Janeiro, algo terrível tem acontecido nas tuas ruas, praças, casas e em todo lugar. Cada um tem vivido como se a impunidade e as conseqüências dos seus atos pecaminosos nunca viessem alcançá-los.

Tudo e todos estão visíveis aos olhos de Deus.

Os pecados desta cidade chegaram até a presença de Deus: a idolatria, a imoralidade, a prostituição, o roubo, o derramamento de sangue, a corrupção, a violência contra a infância, a malícia dos pensamentos, o desprezo à família, entre outros. Esta cidade se aproxima dos limites da misericórdia de Deus. Todo pecado ofende a santidade de Deus. Por isso, o Temor a Deus, que é o respeito por Sua Palavra, tem sido desprezado.

Pesa sobre o Rio de Janeiro uma expectativa de juízo da parte de Deus. Os sinais da natureza começam a se mostrar: tornados, terremotos, trombas d´água e enchentes. Estes nos fazem olhar novamente para o céu. Olhar para Deus.

Estes dias são DIAS DE JUÍZO!

Só existe uma saída para ti, Rio de Janeiro: ARREPENDE-TE!

Arrependimento é reconhecer a culpa. É a única e possível resposta que os homens podem dar antes que vejam o furor da ira de Deus.

A voz profética clama por justiça nas ruas desta cidade. Que cada cidadão, família, empregado, empresário, governante e líderes da Igreja de Cristo, clamem e se arrependam. Que se reúnam em todo lugar, ruas, casas, palácios, comércios e praças e se arrependam dos seus pecados e clamem pelo favor de Deus. Quem sabe Ele se voltará para nós e nos perdoará, antes que venha o grande e terrível dia do juízo de Deus sobre o Rio de Janeiro.

(transcrito de www.arrependase.com.br)

Tôhû e Bôhû, nunca mais!


“...o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu, não a criando para ser um caos.” – Isaías 45:18

A terra não foi criada para ser um caos. Esta é a afirmação de YHWH que ultrapassa tempos e épocas, inclusive a nossa. Tal afirmação está ligada a justiça de Deus que se revela em Jesus Cristo. Ao trazer seu Reino sobre a terra, Jesus iniciou um tempo de restauração de TODAS as coisas. Em todas as épocas ocorreram abalos que visavam revelar a necessidade do homem em alinhar sua vida, esta sim, em caos, aos princípios do Reino.

Governo está relacionado com a ordem e CAOS é a ausência completa de governo e de ordem. A terra como elemento sustentado por Deus e para habitação do homem é governada pelos céus que se movem para tal fim. Jamais a terra se tornará novamente em caos como em Gn.1:2. “Tôhû e Bôhû” - “sem forma e vazia” - nunca mais! “O GOVERNO ESTÁ SOBRE SEUS OMBROS”. Quem tem governo gera ordem. O último Adão já completou o resgate para a retomada do governo para que o CAOS fosse cancelado para sempre!

Mesmo que diante de tamanha manifestação da justiça de Deus, revelada em Cristo e de que tal justiça nos foi dada como Igreja para governarmos, vejo gente sincera mas que insiste em viver uma proclamação de caos, como se o fato de ser profético é ser alguém que somente vê as coisas na cor “cinza”.

Somente quem está alienado não consegue ver o que Deus está fazendo à cidade do Rio de Janeiro. Temos mazelas? Claro que temos! E daí? Precisamos de níveis mais profundos de arrependimento? Sim, precisamos! Mas uma coisa eu sei que Graça e espinhos convivem por um tempo juntos até porque se assim não fosse, como entenderíamos a Graça? Onde abundou o pecado, superabundou a Graça. A Graça que é o favor e a misericórdia de Deus, sempre superará o pecado.

Fico pasmo diante de divagações de juízos sem Graça. Até no juízo do dilúvio houve Graça. Falas sobre uma tal imobilidade dos céus, soam como se Deus dependesse exclusivamente de profetas e apóstolos para fazer o que Ele tem que fazer. É muita presunção e arrogância refletir tal baboseira. Isso sim é caos! Uma ocasião o Espírito me disse: “SEMPRE HAVERÁ ALGUÉM À PORTA” – leia João 13:3-5. Se não clamarmos, as pedras vão fazê-lo. Alguem vai fazê-lo. Talvez nos surpreendamos com a “revelação” do trabalho dos que julgamos serem as pedras. Nunca os céus estiveram imóveis ou parados diante dos anseios do homem e dos cumprimentos proféticos. Para que haja mudanças tem que haver movimentos que impulsionam estas mudanças. Agora mesmo OS CÉUS ESTÃO SE MOVENDO porque Deus fará independentemente de mim ou de qualquer profeta. Os céus estão em movimento porque eu creio no único Deus e que não fica na dialética das palavras – um ilusionismo estéril – mas que gera Graça e Verdade na vida de muita gente. Quem disse que os céus estão parados? Quem disse que não está acontecendo nada? A Nova Jerusalém está descendo e abalando os sofismas para que somente a verdade permaneça. Teu Reino, Tua Vontade! Amém!

Coragem para deixar de ser menino!


“Quando eu era menino, pensava como menino...mas, acabei com as coisas de menino.” - I Co.13:11.

Tem um tempo na vida da gente que convivemos com práticas e crenças que lá no fundo desconfiamos da sua autenticidade. Elas parecem tão santas, inocentes, que chegam a ofuscar a razão. Romper com tudo isso não é fácil pois são repetidas desde tempos passados e de geração em geração são fortemente mantidas. Tal rompimento às vezes soa como se fosse um sacrilégio, uma traição aos nossos mentores. Imagino o som da voz do Filho de Deus desde o Calvário ecoando dentro das nossas casas e subindo ao céu como um forte clamor ao Pai: “Eles são meninos: Perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem”!

Lembro-me quando era menino, eu e meus irmãos, que ficávamos ansiosos para a chegada do dia em que mamãe “montava” a velha árvore de natal. Ano após ano a tradição se repetia. Havia uma eletricidade no ar! A árvore já “meia caidinha” era teimosamente erguida. O pisca-pisca com suas lâmpadas descascadas, lá ia ele pro alto da árvore para garboso iluminar como se dissesse: “Olhem, funcionei!”. Depois de montada com suas bolas de vidro coloridas, esperávamos a noite chegar para ficar parados, hipnotizados diante da árvore que piscava, piscava, piscava... Por toda a casa figuras de papai noel eram coladas nas paredes. Era um templo erguido dentro de casa. Era mais um que se somaria aos altares da cidade ateniense nos dias de Paulo – Atos 17:23. A garotada de hoje não tem noção do que isso representava para nós naqueles dias. Era um fascínio, um culto, uma adoração! Mas, éramos meninos, literalmente meninos. Na passagem do dia 24 para 25 de dezembro íamos dormir cedo, ansiosos para sermos acordados e ver todos os pacotes de brinquedos que esperavam por nós. Que festa! Na manhã do dia 25 descíamos o morro para “exibir” nossos brinquedos: arco e flecha pra acertar alguém, boliche que não parava em pé, bicicleta? Nem pensar! Só pra os “riquinhos”! Na noite de 25 de dezembro lá íamos para a igreja que nos recepcionava e reforçava a crença com guirlandas na entrada e lá no “altar” uma imponente árvore de natal (sem pisca-pisca, é claro, para nossa decepção) disputando com o sisudo e ameaçador púlpito com a "cerquinha" em volta como se falasse: "proibido ultrapassar: Solo santo!".

Tudo isso seria muito lúdico e inocente se não revelasse uma ausência completa de discernimento espiritual. Não sabíamos que fazendo parte do Reino de Deus ainda estávamos presos a uma prática do reino das trevas. É duro considerarmos isso, mas é a realidade. Éramos meninos no entendimento. Paulo expressa isso ao comparar as nossas práticas com o nível da nossa maturidade. Ele mesmo se incluíu. A luz que temos hoje não é a mesma de anos passados. Romper com a meninice é romper com o “faz-de-conta”. Não adianta se “fingir de morto” ignorando os fatos de que tais práticas “natalinas” estão exaustivamente expostas como contrárias ao Reino de Deus. "Nada a ver!", pode alguém pensar, mas perdoe-me, nada podemos contra a verdade (2Co.13:8).

Deixar de ser menino não é algo que se consegue sem que haja uma decisão: DEIXAR! O ser homem, conforme 1Co.13:11, é resultado de ato da vontade. Vontade de romper. Vontade de crescer. Vontade de ser como homem.

Shalom!

Parem de edificar Babilônia! EU edificarei a minha Igreja!


A estrutura física de Babel que deu origem ao nome Babilônia relatada em Gênesis 11:8, foi interrompida de maneira sobrenatural por YHWH: a língua que era uma só foi confundida e os edificadores já não podiam continuar a obra.
Desde o pecado de Adão e Eva a estrutura espiritual de Babel se manifesta através da desobediência e rebelião que tem sido o combustível que acende cada vez mais a iniqüidade na terra.
Babilônia como estrutura espiritual tem os seus dias contados (Ap.18:20,21). Deus já decretou isso, e nenhum dos seus planos jamais será frustrado (Jer.51:19)! Glória a Deus! Assim como um dia Ele interrompeu a edificação de Babel, assim será também com Babilônia.
O que é extraordinário entender aqui, é que junto a ruína de Babilônia acontecerá um intenso mover de edificação da Igreja de Cristo. Os poderes das trevas não suportarão o poder de YHWH na edificação da Igreja de YESHUA. É um movimento de contrastes no reino espiritual: Igreja --> Edificação; Babilônia --> Ruína!
Os Santos, os Apóstolos e os Profetas, nesta ordem, testemunharão esta terrível derrota das trevas (Ap.18:20). É importante ressaltar esta ordem das testemunhas: SANTOS, APÓSTOLOS e PROFETAS, que é relatada no livro de Apocalipse, pois mostra os fundamentos da Igreja (Ef.2:20): o profético revela o apostólico que operando juntos, estabelecem pela ação do Espírito Santo os demais ministérios - pastores, evangelistas e mestres - e, finalmente, por meio do ministério quíntuplo, a capacitação dos santos para o seu serviço: manifestar o Reino de Deus.
Cada discípulo de Cristo precisa viver o seu chamado de forma intensa e comprometida. Basta de uma Igreja que ainda revolve-se em sua “placenta”, infantil, melindrada, queixosa; mais voltada para si e seus próprios negócios do que para os reais e significantes assuntos e propósitos do Reino dos Céus. Quando focamos nossa vida no Reino e na vontade do Pai, estamos deixando de edificar Babilônia. Não podemos ficar na contra-mão do mover do Espírito Santo. Babilônia está perdendo mão-de-obra. Sai dela povo meu (Ap.18:4)!
Filhos do Reino, ouçam a voz do Espírito da profecia:
Parem de edificar Babilônia! Eu estou edificando a minha Igreja!

Parabéns ZITO, Prefeito de Duque de Caxias!


PARABÉNS Senhor Prefeito ZITO pela sua coragem e discernimento em não permitir que sua cidade fosse palco de uma manifestação que contraria os fundamentos da família em acordo com os princípios inegociáveis da Palavra de Deus.

PARABÉNS, Senhor Prefeito ZITO por ter tido a coragem que a grande maioria política desta nação não tem, pois estão mais interessados em se perpetuarem no poder e para isso dizem sim a práticas que a Bíblia chama de pecado. Que eles saibam que o que Deus diz não está em julgamento. A voz de qualquer homem, organização ou movimento, jamais anulará ou prevalecerá sobre o que a Palavra de Deus diz. Deus os silenciou.

PARABÉNS, Senhor Prefeito ZITO por ter acolhido as vozes das famílias, instituições e cristãos de sua cidade. Como povo cristão jamais pactuaremos com estes modelos estranhos aos ensinos bíblicos.

PARABÉNS, Senhor Prefeito ZITO por se permitir ser voz de Deus para todo o Brasil. Como o Senhor disse Digo e repito: não tenho nada contra o homossexualismo, mas contra eventos que apresentam um certo tipo de conduta que é contra os valores da família e que trazem problemas para a cidade”. http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/10/silencio_e_preconceito_em_duque_de_caxias_40119.html

PARABÉNS, Senhor Prefeito ZITO, pois como o senhor, Deus também não é homofóbico. A Igreja Cristã não é homofóbica. Deus ama aos LGBT’s, mas repudia as suas práticas pecaminosas.

PARABÉNS, Senhor Prefeito ZITO por nos mostrar a grande necessidade de ter homens e mulheres em posição de autoridade e que tenham o coração de Deus. Homens e mulheres com a sua coragem.

PARABÉNS, Senhor Prefeito ZITO, pois o senhor nos deu exemplo de que a cidade com sua grande maioria de cidadãos são maiores que apenas um movimento de cores.

Finalmente, PARABÉNS, Senhor Prefeito ZITO por nos mostrar que ainda é possível reverter o quadro de ruína familiar que o reino das trevas quer impingir sobre o Brasil. Parabéns Zito!

TORRE DE ORAÇÃO PELO RIO DE JANEIRO

"Invocai-O enquanto Ele está perto."
Is. 55.6b

Sábado próximo, dia 17/10, às 9.30h, estaremos juntos com os Pastores e demais líderes da Igreja do Rio de Janeiro para mais um Encontro de Intercessão. Venha unir-se a este tempo de busca do favor de Deus sobre esta cidade. Os céus estão sendo saturados de clamor e intercessão a Deus para que Ele tenha misericórdia de nós que tanto O temos ofendido com nossos pecados.
Como Igreja, somos intercessores para que tempos de refrigério venham sobre o Rio de Janeiro.
A grande expectativa de Cristo é que façamos a obra que Ele confiou a nós. Para isso, precisamos unir nossas unções e orações para este propósito.

Nosso endereço é:
Rua Augusto de Castro, 4 – Inhoaíba. Tel. 34035944.
Ministério Apostólico Terra Fértil.
http://www.mtf.org.br/
terrafertil@mtf.org.br

Aguardamos você. Até sábado!

Café com Pastores e Líderes do Rio de Janeiro



Em NOVEMBRO, terça-feira, dia 3/11, às 9.30h teremos o prazer de receber os pastores e líderes para mais um encontro de comunhão e manifestação de propósitos comuns. Você que está lendo este post e quer unir-se ao estabelecimento do Reino de Deus na cidade do Rio de Janeiro, venha estar conosco neste dia. A entrada é franca.
Nosso endereço é:
Rua Augusto de Castro, 4 – Inhoaíba. Tel. 34035944.
Ministério Apostólico Terra Fértil.
http://www.mtf.org.br/
terrafertil@mtf.org.br

Aguardo você. Até breve!

Renan Santiago, apóstolo.


Shana Tová! (Feliz Ano!)
Um novo ano do calendário bíblico iniciou-se no dia 19 de setembro. É o primeiro dia do ano 5770. A contagem do calendário judaico inicia-se desde o primeiro dia da criação de Gênesis. Estes são os começos de dias surpreendentemente ágeis. O Espírito do Deus Vivo está tomando sua Igreja e lançando-a numa velocidade formidável de crescimento e conquista. Sua velocidade e movimentos deixarão o inimigo confuso, pois ele não saberá acompanhar este tempo. Somente aqueles que teimarem em andar lentamente, independentes, desprezando as advertências e alheios aos tempos anunciados, ficarão nas extremidades e sujeitos as fustigadas dos amalequitas (Deut.25:18) - amalequitas = povo inimigo que fustiga, mina as forças.
Este é um tempo de realizações. Todo projeto gerado em linha com o coração do Pai para estes dias terão suas realizações intensificadas. Os tempos estão sendo abreviados e por conta disso, os cumprimentos proféticos serão numerosos. É imprescindível que nosso espírito esteja alinhado ao Espírito de Deus. Nem sempre nossa mente natural será capaz de entender estes tempos. Há uma necessidade imperiosa de anularmos pensamentos humanos e limitados e assumir a posse da ungida mente de Cristo operando em nós.
Diferentemente do povo ocidental que entra lentamente em operação a cada início de ano, o povo bíblico-cristão, que rompe com as estruturas babilônicas, precisa reformar seus princípios de práticas e valores e entender os sinais que estes tempos bíblicos apontam. Todo início de ano judaico é marcado por um tempo de arrependimento: o Yom Kippur – O Dia do Perdão! É tempo de arrependimento e de rever conceitos. É tempo de soltar os que estão presos dentro de nós pela falta de perdão e por mágoas acolhidas. É hora de remover os pesos da displicência, morosidade, covardia e acionar os valores do Reino de Deus dentro de cada um de nós. A maturidade é conquistada e reconhecida quando ações correspondentes se fazem presentes na vida pessoal de cada um. Há muitas coisas que o Pai quer confiar a você como filho e se alegrar por isso. Chegou o tempo do seu lançamento! Chegou o tempo da sua maturidade!
Shana Tová!

Algo surpreendente está começando hoje!




Nesta primeira terça-feira de setembro, estávamos reunidos com pastores no café da manhã mensal no MATF. Esta foi a palavra que recebi e transmiti a eles para que a reproduzissem em suas congregações locais. Compartilho aqui para que você também entre neste tempo de cumprimento profético. Reflita e ata cada palavra em seu espírito. Creia e receba!

Hoje é o primeiro dia de Setembro do ano de 2009. É o início do último quadrimestre do ano. São quatro meses para o encerramento de mais um ano. Cento e vinte e poucos dias restantes. O Espírito de Deus pôs em meu coração uma palavra profética para a Igreja neste começo de quadrimestre: “a cada mês, DEZ dias; QUATRO meses, QUARENTA dias”. Estes quatro meses do ano serão refletidos na vida da Igreja como se fossem quarenta dias. Para cada três dias, um dia. Serão dias de uma profunda aceleração de maturidade no Corpo de Cristo. Um nível intenso. Isso mesmo! Serão dias intensos, dias velozes de cumprimento, crescimento e maturidade. Os ciclos de crescimento estarão sendo acelerados nestes últimos 120 dias = 40 dias. Causas serão julgadas e apressadas em seus veredictos. Recursos retidos serão acelerados em sua liberação. As manifestações serão aceleradas no Corpo de Cristo. Os discípulos aliançados com sua liderança serão alcançados por estes tempos de cumprimento veloz. É um tempo de estabelecimento do Reino de Deus

O menor virá a ser mil, e o mínimo, uma nação forte; Eu, O Senhor, apressarei isso a seu tempo.” – Is.60.22

Durante quatrocentos anos de escravidão, o povo hebreu (Israel) foi pilhado de suas riquezas, mas em um só dia foi restituído de tudo ao ponto de edificarem um tabernáculo no deserto com quase nove toneladas entre ouro, prata e bronze. A tua restituição também será acelerada nestes dias.

Estes 40 dias do último quadrimestre, são dias de kairós - tempos qualitativos ou tempos de Deus - e não de kronos” – tempos quantitativos ou tempos humanos. É chegado o tempo em que a IGREJA , recebe, vive e proclama a linguagem do Reino de Deus do qual é legítima por chamamento e eleição.

Quarenta dias traduzem tempos distintos de cumprimento profético:

. Por quarenta dias e quarenta noites choveu sobre a terra;

. Por quarenta dias Golias afrontou Israel. Ao fim deles, Davi cortou-lhe a cabeça;

. por quarenta dias e quarenta noites Elias caminhou sem fadiga após comer pão do céu.

. Por quarenta dias Moisés esteve em Horebe recebendo a Lei.

. Por quarenta dias os 12 espias viram a terra de Canaã e depois a infamaram. Para cada dia de desprezo e covardia, isso lhes custou um ano de deserto – quarenta anos de peregrinação. Séculos após, Jesus entra no deserto e por quarenta dias faz remissão dos quarenta anos de juízo de Deus contra o pecado daquela nação( um dia para cada ano). Assim se inicia seu ministério redentor.

Em resumo: o que tem que receber juízo, receberá; toda afronta contra tua vida, será emudecida; forças sobrenaturais serão geradas em você - muitos desistirão, mas você avançará; revelação da Palavra fluirá do teu espírito; o que levaria décadas ou meses para acontecer, se cumprirá em dias; células serão revigoradas e multiplicarão em número e unção. Por fim, compreenda algo: toda palavra profética só se manifesta como profética se você a receber com fé. Receba , portanto, esta Palavra em seu espírito e Ela por si mesma se multiplicará em seu cumprimento na sua vida, família e chamado!


A Rocha!










“Uma pedra soltou-se, sem auxílio de mãos, atingiu a estátua nos pés de ferro e de barro e os despedaçou.” – Dn.2:34


Este é um dos versos finais do relato da grande estátua que o rei Nabucodonosor viu em sonhos. Era uma imagem terrível, diz o verso 31. Era algo que impressionava. Havia uma característica confusa nela: uma mistura de elementos. Quero frisar: havia uma MISTURA. É a partir daí que quero refletir com você. Toda aquela imagem exuberante e imponente tinha um lugar frágil: os pés, a sua base. A base sustenta o que está edificado. Naquela base havia uma mistura de FERRO e BARRO. São dois elementos que ainda que estivessem juntos, são incompatíveis e não podem misturar-se por conta das suas características físicas. Durante algum tempo eles sustentaram aquela construção. Por algum tempo, pouco tempo!


Preste atenção: aquela estátua representava os reinos na terra. Os reinos são governados por homens. O objetivo destes reinos e governantes é perpetuarem a sua memória. Por isso as nações do mundo erguem monumentos aos seus fundadores nas suas praças principais. Estes monumentos são reproduções da inspiração originada em Babel – "que o nosso nome seja memorável na terra” – Gn.11.4. Ao contrário disso, Deus falou: “Não farás para ti imagem de escultura...”


A rocha que se desprendeu do céu, feriu a base da imagem. Os pés de ferro e barro foram destroçados assim como cada uma das outras partes de ouro, prata e bronze. O profeta Daniel disse que o sonho do Rei falava a respeito “do que há de suceder nos últimos dias“. – (Dn.2:28). Estes últimos dias foram inaugurados em Pentecostes. A contagem regressiva começou! A rocha cortada sem auxílio de mãos humanas, ou seja, não deste mundo, esmiuçou o barro, o ferro, o bronze, a prata e o ouro ao ponto de serem levados pelo vento. A Rocha, entretanto, cresceu e encheu toda a terra.


A igreja apostólica e profética (não falo de títulos, e sim, de unções) é a manifestação do Reino dos céus. Sua base é firme, uniforme e sem mistura. Os fundamentos que foram acrescentados à igreja e que não fazem parte do que é original, serão abalados pela Rocha que é Cristo. O único Reino legítimo vai permanecer – o de Cristo - quanto aos demais, serão extintos pela manifestação do que é firme, inabalável e sem mistura.


O Reino de Deus se manifesta através de cada um de nós. Precisamos de um profundo posicionamento como filhos do Reino. Não há vida longa para misturas! Tudo o que está edificado - pensamentos, modelos e práticas - com misturas, será derrubado nestes dias proféticos. Os dias de Daniel chegaram e estão entre nós!


Remindo o tempo

Sobre este blog

Estas são reflexões do Ap. Renan Santiago do Ministério Apostólico Terra Fértil, na cidade do Rio de Janeiro.

Reflexionar os nosso tempos! Esta é uma imperiosa necessidade de todo cristão que vive nestes dias. Olharmos com olhos proféticos o que os desenhos dos tempos atuais estão rascunhando e o que as Sagradas Letras apontam para o que em breve há de ser.